11.20.2010

pesquisa feita antes da visita

Organizei a minha pesquisa por elementos-chave: cores mais utilizadas, símbolos/imagens, slogans e tipografia utilizada. Pesquisei também páginas web análogas ao propósito da recolha de sangue e estabeleci comparações com a página do ISP.




Algumas imagens que encontrei durante a pesquisa:






A nível de sites, gostei especialmete dos sites americano e inglês.
Encontrei também os sites da Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular e da Sociedade de Portuguesa de Cardiologia, que pareciam partilhar alguns dos conceitos e imagética - embora não tivessem, obviamente, o mais importante, o conceito de dádiva. No entanto, achei o primeiro destes dois um site também mais agradável e possivelmente inspirador para uma nova versão imagem do ISP.






Vou agora partir para uma recolha de material de campanha e responder ao briefing para elaboração do novo logo para o ISP.

Uma lista mundial de
agências/institutos que se encarregam da recolha do sangue aqui


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11.19.2010

11.01.2010

bang!




O primeiro projecto do ano foi uma auto-representação.



Pois. É sempre divertido ver o ódio de uma sala cheia de estudantes que ainda nem sabem bem o que são ou o que querem mesmo vir a ser e que se veêm confrontados com a obrigação de criar uma representação dessa indefinição.
Mas há que contar com o sadismo dos docentes e, ano após ano, debater-nos para encontrar uma solução diferente da do ano anterior, preferencialmente melhor e que talvez até nos ajude a pensar um bocado sobre essa questão que temos tendência a não explorar fora do gabinete do nosso psicólogo.

Ah, e este ano havia uma directriz: a representação deveria ser feita a partir de apenas uma característica que decidíssemos sublinhar.
para além disso, existia a limitação de que o trabalho teria de ser executado em tempo de aula (o que em parte me levou a fazer algumas opções que decide depois levar até ao fim); essa limitação deixou depois de existir e o trabalho foi para casa.

Por isso: uma decisão a tomar e pouco tempo para pensar+executar.
Durante uma discussão com outros colegas de turma, veio à conversa a maneira às vezes estranha que eu utilizava para me expressar, através de sons ou quase-mímica - sim, eu faço barulhos estranhos (mas bonitos!), vamos lá ultrapassar isto.

  1. Decidi então representar isso e, uma vez que a característica se prendia com o mundo do sensorial, da acção, lembrei-me da representação gráfica de onomatopeias nas BD's.
  2. Queria que o objecto que criasse não fosse frágil nem vulgar na forma - que se destacasse de um normal cartão de visita - então apostei num formato invulgar associado a um material que garantisse maior presença; tentei no entanto que continuasse a ser algo fácil de transportar e manusear entre outros documentos, uma vez que seria para entregar contendo as minhas informações pessoais
  3. Os materiais: tudo o que conseguisse arranjar na faculdade e que me permitisse uma resolução relativamente rápida do problema













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